quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Sobre o casamento gay

(comentario a artigo do Publico de Dezembro).
Não há muito tempo a própria ciência acreditava que só existia uma via láctea, a nossa.
Hoje em dia estão abertos a qualquer possibilidade por mais estranha que pareça.
é o que acontece neste caso.
A opinião dos médicos parece-me mais politica que técnica ou mesmo cientifica
De tempos a tempos a sociedade enlouquece cedendo a prazeres e vícios.
Não tarda muito e ladrões, violadores, pedófilos, também vão querer ver os seus direitos consagrados.
Qual será o proximo passo? Casamento de humanos com animais? (é preocupante a cedencia humana aos seus instintos... e ainda dizem que somos os mais evoluidos do planeta).

domingo, 6 de dezembro de 2009

Inscrições

Estão abertas as inscrições para sócios da Banda Filarmónica de Bragança.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Tapa-me os olhos que eu não quero ver

Tapa-me os olhos que eu não quero ver

por João Miguel Tavares

O caso "Face Oculta" esbarra de frente com o primeiro-ministro. O Paísinteiro pára para ver. Vem o presidente do Supremo Tribunal e diz: "É tempode repensar toda a estrutura de investigação criminal." Vem oprocurador-geral da República e diz: "Os políticos devem acabar com osegredo de justiça ou então mudar a lei." Sobre o primeiro-ministro, duranteuma semana, nenhum deles disse coisa alguma. Meus caros amigos: isto é omesmo que ter um homem encarcerado num acidente e os dois médicos do INEMchamados ao local optarem por ficar na berma da estrada a discutir questõesde anatomia. Isto é o mesmo que ter um avançado caído dentro da área e oárbitro e o fiscal de linha decidirem que naquele momento o que se impõe éuma reflexão sobre as regras do penálti. Isto é o mesmo que ter uma casa aarder e dois bombeiros sentarem-se a debater a qualidade do seu equipamentoem vez de irem buscar a mangueira da água.Está tudo doido? Não. Está tudo cheio de medo. Porque nunca ninguém viu nadaassim desde que existe democracia e Noronha do Nascimento e Pinto Monteiropreferiam manifestamente não ter sido eles a ver. Estas são circunstânciasabsolutamente excepcionais e eu não sei se temos homens à altura destascircunstâncias. Parece-me muito sintomático que os dois mais altosmagistrados do País se tenham refugiado em questões políticas (o segredo dejustiça e a estrutura da investigação) no preciso momento em que aquilo quese lhes exige é clareza absoluta nas decisões judiciais. Pinto Monteiro,aliás, só emitiu um comunicado com alguns esclarecimentos depois de JoséSócrates ter exigido publicamente que queria ser esclarecido.Sejamos cristalinos: acreditar que Jesus Cristo andou sobre as águas exigemenos fé do que acreditar que as conversas entre Sócrates e Vara têm ainocência de um episódio da Abelha Maia. Supondo que o juiz de instruçãocriminal de Aveiro não enlouqueceu, o simples facto de enviar certidões parao Supremo envolvendo Sócrates tem só por si um efeito devastador e que exigeuma dupla resposta: jurídica (saber se as escutas são legais) mas tambémpolítica. E, para a resposta política, a legalidade das escutas interessapouco. Sócrates disse: "A questão mais importante para mim é saber se,durante meses a fio, fui escutado e se isso é legal num Estado de direito."Mas a questão mais importante para mim, e suponho que para a maioria dosportugueses, não é saber se as escutas são legais, mas se oprimeiro-ministro teve conversas inaceitáveis com Armando Vara à luz de umEstado de direito. Isso até devia sossegar Pinto Monteiro e Noronha doNascimento. Só que eles conhecem demasiado bem a política para ainda seremcapazes de confiar no poder solitário da justiça.v

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

"Vivemos num país de faz-de-conta"


MANUEL VITORINO

Uma lição de finanças e economia. Gráficos, estatísticas, números negros sobre o PIB foram alguns temas da palestra de Medina Carreira que, ontem, quarta-feira, lançou um repto aos políticos num livro inquietante sobre o país: "Portugal, que Futuro?"
Foi uma conversa amarga, sem rodriguinhos, falinhas mansas. Ontem, no Palácio da Bolsa, no Porto, Medina Carreira, advogado e ex-ministro das Finanças, fez em pouco mais de meia hora a radiografia de um país com uma economia a descer mais do que a média da União Europeia e com "graves desequilíbrios" financeiros. "Vivemos num país de faz-de-conta", disse, antes de exibir os gráficos do economista Silva Lopes, ex-ministro das Finanças e do Plano.
Como os "números não enganam", o "powerpoint" tratou de evidenciar a radiografia do país adiado: uma taxa de desemprego a subir de forma "exponencial" de 3,9% em 2000 para 7,6 % em 2008; uma taxa de crescimento económico de apenas 0,8%, uma dívida pública a subir de 55% do PIB em 2004, para 66 % em 2008. Depois, continuou Medina Carreira, o endividamento externo não parou de crescer: 38% do PIB em 2000 e 97% em 2008. "Por este andar, vamos crescer menos que uma décima", disse.
As grandes obras públicas, como o TGV, mais o novo aeroporto e a construção de estradas mereceram reparos do ex-ministro. "As obras públicas anunciadas são autênticos crimes políticos", apelidou, para logo de seguida lembrar o facto de Portugal ser o "quarto ou quinto país do Mundo com mais estradas por quilómetro quadrado".
Com seis milhões de pessoas a depender, directa ou indirectamente do Estado, Medina Carreira não antevê na próxima legislatura "qualquer mudança", antes um país com uma carga fiscal "idêntica à Alemanha" e o IVA a penalizar as classes mais modestas do tecido económico e social.
O banqueiro Miguel Cadilhe também foi ao Palácio da Bolsa e, entre outras alusões, lembrou a falta de elites políticas: "É muito pobre a nossa classe política", disse. O empresário Belmiro de Azevedo também foi ao debate, mas optou por não fazer comentários. Saiu antes, com o autógrafo no livro "Portugal, que Futuro?"



http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1377180

(JN, quinta- feira 01/10/2009)

Aos saudosistas

Caros amigos de esquerda e extremistas em geral
Compreendemos o vosso saudosismo doentio por uma época que há muito já la vai.
Esse relembrar do passado constantemente só pode ter uma única interpretação.
É que com tanto consumo de drogas e álcool só se consigam lembrar de um regime que justifique a vossa triste existência.
É curioso que se achem progressistas divulgando uma ideologia com aproximadamente 1600 anos e retocada há mais de 100.
Os tempos mudam, as pessoas mudam, excepto aqueles que não tem inteligencia para tal.

Muitos afirmam ser estudantes mas não passam de ignorantes que se armam em entendidos a exaltar o seu patético líder que frustrado pelo resultado das eleições parte para o ataque num exercicio teatral como de costume.
É preciso denunciar os aspirantes a PIDES que a extrema esuqerda espalha pelos blogues dos jornais.
Será que para além do livre acesso à internet receberão em alcóol e drogas? Ou será sexo numa casa de alterne? (para isso ja basta a casa dos seus militantes)
Dizem também criar casas de chuto. Mais? Não chega já as suas sedes pelo país fora?
É de lamentar que haja tanta gente a vir dos paises de Leste entre outros para chegar cá e ver um partido ao qual fugiram estar em crescimento(que felizmente é devido ao descontentamento e não a um movimento maior).


terça-feira, 29 de setembro de 2009

Resultados Lelislativas

Resultados apurados neste país “democrático” já há no ar uma tentativa de desvalorizar a votação que obteve o CDS.
Não deixa de ser curioso que em casos em que militantes\dirigentes do PS estejam envolvidos com a justiça, o seu caso seja resolvido de forma mais célere para alem de serem vitimizados pela comunicação social ainda recebem indemnizações como por exemplo o caso do Paulo Pedroso.
No caso do CDS já passaram 4 anos e ainda anda aí o caso dos submarinos (ao contrário do que diz a esquerda e simpatizantes são de facto necessários).
Quantos mais anos são necessários? Será que vão multiplicar por 10 o nº de anos para resolver o caso?

sábado, 26 de setembro de 2009

Legislativas 2009

Neste período de reflexão venho uma vez mais lembrar aos mais distraídos de uma forma resumida que, a economia de tempos a tempos oscila o que no vocabulário comum é conhecido como tempo de vacas gordas ou magras dependendo da curva económica em que nos encontremos.
Dito isto é natural que em tempos de crise seja tentador por “os ricos” a pagar a crise.
Só que há um problema que a maioria dos jornalistas e da população em geral teima em não compreender. O dinheiro é um bem finito e abstracto.
É evidente que quem mais tem será sempre dos últimos a ser afectado por qualquer problema. Consequentemente esta caça ao homem não resolve problema nenhum a longo prazo.
Não é por acaso que nos países nórdicos já uma vez disseram a comitiva socialista (da era Guterres) que os “ricos” precisam deles para dar trabalho.
Muito ingénuo é também, quem acredite que a esquerda dê trabalho a todos os desempregados. Será isso possível? Como? Empregando toda a gente no estado?
Poderá ser aliciante no sentido em que o que não se fizer hoje se fará amanha ou alguém fará o trabalho pendente.
Outro exemplo é o que acontece na CP que dá prejuízo ano após ano? Sem contar com o que toda a gente sabe dos países de Leste.
Em vez de terem aproveitado a indústria que havia no pós revolução decidiram acabar com qualquer sinal que lembrasse o antigo regime. O resultado está a vista , não temos indústria de espécie alguma ou que tenha peso a nível mundial.
Acabaram com as escolas profissionais e agora criaram outras que nem de longe substituem em qualidade efectiva os que de lá saem.
No capítulo da segurança toda a esquerda grita em coro que os delinquentes não tem culpa, (quando muitas vezes são os próprios a escolher esse caminho) acusando e prejudicando quem escolheu ter uma vida honesta e honrada.
Resumindo não gostam de ordem nem de trabalho nem de seriedade.
Dito isto a esquerda vive de farsas, mentiras, mitos e utopias.
Outra coisa diferente é a realidade com a qual se recusam aceitar.
Querem um país como Cuba, Albânia ou China?
Pois dia 27 é o dia de mudar as coisas neste país.

sábado, 19 de setembro de 2009

Eleições 2009

Como estamos em época de eleições é tempo de algumas reflexões.
Uma das muitas é saber como é possível que pessoas supostamente letradas e cultas se deixem levar pela enorme farsa que é a esquerda portuguesa.
Nesta época de crise os recem licenciados deveriam pensar um pouco especialmente os que se vão dedicar ao ensino.
Como é possível quererem trabalhar se por um lado vão pelas modas e tendências (favorecendo partidos ultra radicais e mesmo moderados a esquerda na questão do aborto{em que uma so clínica fez 500 num mês…e agora até já oferem 200€ por cada nascimento..da que pensar), e depois admiram-se de fecharem escolas primárias. Infelizmente o problema não acaba ai e chegará as universidades que nem nessa altura conseguirá manter-se com os maiores de 23 e/ou 93.

A democracia substitui a nomeação feita por uma minoria corrupta pela eleição devida a uma maioria incompetente.
B. Shaw (Geoge Bernard Shaw, escritor, jornalista, dramaturgo e socialista Irlandês)

sábado, 25 de julho de 2009

Santos e pecadores ou a pescadinha de rabo na boca

Aproximam-se eleições legislativas e autárquicas e, com elas, uma correria às listas, aos slogans e à propaganda. Aos sorrisos e acenos no meio da rua de quem, noutras alturas, passaria opulento sem descer do seu imaginário pedestal. Pena é, com lamentável custo para a nossa região, que a vontade de trabalhar em prol de todos e o brotar de ideias de evolução para o distrito de Bragança, não seja igualmente fértil. Fenómeno que os partidos políticos parecem querer tapar como quem tapa o Sol com uma peneira. Mas este será tema para outra crónica…Há alguns dias, o país pareceu entrar em choque com declarações de Alberto João Jardim. Propunha ele que a Constituição da República Portuguesa passasse também a proibir partidos comunistas. Contextualizemos: diz o número 4 do artigo 46º da Constituição da República Portuguesa, que “Não são consentidas associações armadas nem de tipo militar, militarizadas ou paramilitares, nem organizações racistas ou que perfilhem a ideologia fascista.”.Obviamente que concordo com este preceito constitucional, mas parece-me de elementar justiça considerar que ele peca por limitação. Se é óbvio que contesto veementemente os regimes fascistas – e com eles nenhuma ideologia ou simpatia professo – é igualmente verdade que os milhares de mortos, os regimes ditatoriais e sem liberdade dos regimes comunistas merecem igual repulsa. A vida humana e a liberdade são valores de tal modo fundamentais que merecem estar acima de qualquer discussão político-partidária ou sequer ideológica. Bem como obviamente a condenação dos regimes que atentam contra a vida e a dignidade humana. Foi o que aconteceu na Alemanha fascista. Foi o que aconteceu no regime comunista da antiga União Soviética.Quer isto dizer ilegalizar o Partido Comunista Português? Obviamente que não, porquanto não se conhecem as suas pretensões para implementar em Portugal o regime sangrento e autoritário atrás mencionado. O que defendem inúmeros constitucionalistas é que se iguale na Constituição da República Portuguesa quer a proibição de associações que defendam a ideologia fascista quer os que defendam radicalmente o comunismo soviético.Claro que questão diferente, e que causa dúvida e constrangimento, é o facto de o Partido Comunista Português não condenar regimes ditatoriais como o da Coreia do Norte (que o Deputado Comunista Bernardino Soares disse em entrevista ser uma “democracia”) ou o despotismo de Cuba, que ainda na passa semana a representante do PCP no programa de debate político na RTP disse não ser uma ditadura.



Ana Soares

http://diariodetrasosmontes.com/cronicas/cronicas.php3?id=1041&linkCro=1

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Banda Filarmonica de Bragança


Jonal Nordeste
SECÇÃO: Informação Regional
Até final do ano, o grupo musical vai ocupar o edifício da Escola de São Sebastião




Banda Filarmónica renovada Com novo reportório e imagem, a Banda Filarmónica de Bragança (BFB) apresentou-se no palco do Teatro Municipal à população da cidade, no passado sábado. Trata-se de um grupo musical que teve origem em outros conjuntos, como a Mini Banda de Bragança. “A Banda Filarmónica assenta nas tradições e é herdeira de outras bandas, pelo que, com esta mudança, prestamos homenagem às velhas figuras que já cá andaram”, adiantou o presidente da direcção da BFB, Manuel Esteves. Além das novas músicas e instrumentos, também o número de elementos sofreu uma alteração. “A qualidade musical, a própria aprendizagem e o número de músicos modificaram-se, tendo duplicado”, sublinhou o responsável. Segundo Manuel Esteves, “Temos agora uma nova imagem que é a de Banda Filarmónica, pois até aqui era a de uma Mini Banda. Não tínhamos, mesmo, condições para estar em palco e agora temos um conjunto de instrumentos e estruturas que vieram mudar a imagem da banda”. A par deste conjunto de mudanças e novidades, a BFB vai passar a ter, até ao final do ano, uma sede, já que a Câmara Municipal de Bragança celebrou um protocolo de cedência das instalações da Escola de São Sebastião, no centro da cidade. “Temos andado com a casa às costas, mas quando a Escola Primária de São Sebastião for desocupada, passaremos a ter uma sede própria”, acrescentou o responsável. Recorde-se que a BFB conta com 44 elementos, dos quais cerca de 80 por cento têm menos de 20 anos. Inclui, ainda, uma Escola de Música com 20 crianças, que virão a integrar o grupo da Banda.
Por: Sandra Canteiro

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Europeias

Em relação as eleições quando o povo português não tiver que comer, quando tiverem de meter-se na bebida por não terem dinheiro para pagar o aquecimento, subir as escadas dos prédios porque não há dinheiro para pagar luz e manutenção ai vão achar piada a estrema esquerda mas enfim um povo que aprende da forma mais dura tudo bem … a democracia é isto mesmo.
Isto porque as eleições Europeias são um aviso do que ai vem.
Até agora o único emprego que a esquerda (ate ao extremo) arranjou foi para os seus eleitos de resto nada que se veja mas enfim quando virem onde se preparam para meter já será tarde.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

imposição sexual

Caros Amigos,

Permitam-me que vos convide a ler a minha última crónica, "imposição sexual", disponível em

http://diariodetrasosmontes.com/index.php3


Ana Soares

"Passos perdidos da Educação"

Caros Amigos,

Convido-vos a visitarem o blog do Expresso "Passos perdidos da Educação" e, em especial, o post do Deputado José Paulo Carvalho! Vale a pena ler e comentar!

http://aeiou.expresso.pt/socialismo-centralismo-e-educacao-sexual=f515212



Ana Soares

...conclusao da anterior

Concluindo o que deixei a meio termino relembrando um dado histórico.
Em Portugal a ditadura surgiu devido ao excesso de liberdades (ver abaixo)… simplesmente agora parece que vai mudar de cor política.

Liberdade... para assaltarem idosos e crianças.
Liberdade... para agredirem professores dentro das escolas.
Liberdade... para dispararem contra polícias.
Liberdade... para desrespeitarem o seu semelhante.
Liberdade... para políticos corruptos que enriquecem à sombra do erário público.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

A propósito de segurança

É no mínimo curioso que o PCP ou BE queiram exigir segurança quando eles apregoam em alto e bom som a desordem e o caos.
Aquele que se atrever a ter, sugerir, pensar num mínimo de ordem é logo acusado de ditador, tirano, fascista, etc, etc.
Como diz a bandeira do Brasil ordem e progresso… mas se houver progresso o desemprego instala-se na esquerda (nos elegíveis obviamente).
No mais recente caso de violência colectiva na capital, ninguém vê os ditos desempregados a vir para o interior e trabalhar a terra.
É só exigir…
Querem casa o banana do estado dá casa, querem emprego o estado ou outras instituições que procurem por eles.
E depois o CDS é que é racista por querer uma política de imigração eficaz como se faz em países evoluídos.
Aqui querem abrir as portas da fronteira a todo cão e gato tenha ou não trabalho, seja ou não qualificado e depois ficam admirados quando as coisas correm mal.
Neste caso especifico podem até ser de segunda, terceira ou quarta geração o que faz deles cidadãos nacionais mas o pior mesmo são as instituições do estado que servem para estar atentas a estes casos…coisa que não acontece. Se qualquer cidadão não estudar, não se qualificar, não se ultrapassar a ele próprio querem trabalhar onde e como? Há muita gente que fica satisfeita se arranjar qualquer coisita para fazer e pelo menos um ordenado mínimo[já não bastava os maus patrões, os maus colegas, ainda vem uma crise mundial] e quando as coisas correm mal … a culpa é dos políticos , das instituições ..o costume neste país a culpa é sempre dos outros.

...continua noutra ocasião

sábado, 25 de abril de 2009

25 de Abril




Passados 35 anos do tão libertador 25 de Abril e que assistem os poucos cidadãos que se dedicam a pensar?
Posso parecer repetitivo nesta data mas a verdade é que passados 35 anos do que seria um futuro melhor vemos uma caça as bruxas, do género: É rico? Fogueira com ele.
Mas afinal onde andam os tais % de cidadãos “devidamente” formados que caem pateticamente numa encenação de esquerda em vez de analisar a situação?
Tirando o incentivo a desobediência civil e consumo de droga (como quem vai as maquinas de café) que oferece mais a esquerda? Um punhado de gajas boas para que os totós votem nelas (sim porque para a esquerda o mérito não conta mas sim o género).
Se as sondagens se confirmarem revelam o que toda a gente já sabe.
O português prefere emprego a trabalho, facilitismo (a nível da educação e emprego já que em tempos de crise os empreendedores são o alvo a abater) a mérito.
Termino com uma pergunta simples.
Quem foi ou é estudante gostaria de ver a turma toda com a mesma nota ou os que trabalharam mais serem recompensados por isso?





Ps: Quanto aos heróis da guerra por que esperaram a que a situação lhes fosse favorável? (nunca ninguém se interrogou por isto). Se pensam que foi em nome do povo estão bem enganados.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Não deixem distorcer a realidade

Gostaria de começar por esclarecer os mais distraídos sobre o que é o Estado.
A definição mais comum é a de que um Estado é uma colectividade politicamente organizada, estabelecida num território delimitado e no que diz respeito à separação de poderes são essencialmente três: função legislativa (fazer leis), executiva (concretizar as leis), judicial (julgar os litígios).
Gostaria também de lembrar o Artigo 9º.
(Tarefas fundamentais do Estado)
a) Garantir a independência nacional.
b) Garantir os direitos e liberdades fundamentais e o respeito pelos princípios do Estado de direito democrático.
c) Defender a democracia política, assegurar e incentivar a participação democrática dos cidadãos na resolução dos problemas nacionais.
d) Promover o bem-estar e a qualidade de vida do povo (…)
e) Proteger e valorizar o património cultural do povo português (…)
f) Assegurar o ensino e a valorização permanente, defender o uso e promover a difusão internacional da língua portuguesa.
Finalizo esta parte com uma breve comparação entre dois sistemas económicos e sobre os ciclos económicos.
O Sistema capitalista:
“ Assenta na propriedade privada dos meios de produção e no mecanismo de mercado. O livre jogo da oferta e da procura é uma peça chave no funcionamento da economia de mercado. Princípio do lucro máximo, balizado pelos contra poderes existentes (consumidores, imprensa, sindicatos…).
Limitações: Falta de equidade na distribuição do rendimento.
Nem sempre o mercado alcança a eficiência económica.”
O sistema socialista:
“Assenta numa economia de direcção central, onde a intervenção do Estado na actividade económica é total. O planeamento é um dos pilares deste sistema para evitar má repartição, desemprego etc.
Limitações: O Estado é proprietário dos meios de produção, o que leva a elevada burocracia para além da falta de estímulo ao incremento de inovação.


Em relação aos ciclos começo com as flutuações da actividade económica, que são oscilações com ou sem um carácter de regularidade. O seu movimento encadeia quatro fazes:
1- Prosperidade (segundo Schumpeter)
2- Crise
3- Depressão
4- Retoma

Em relação aos ciclos “Samuelson define ciclo económico como um movimento pendular do produto, do rendimento e do emprego nacionais totais, com uma duração usual de 2 a 10 anos, caracterizado pela expansão ou contracção generalizadas de muitos sectores da economia”.
Também estão divididos em fases:
1- Prosperidade, auge, ou ponto alto.
2- Crise, podendo assumir a forma de recessão (diminuição do PNB real)
3- Depressão ou ponto baixo.
4- Recuperação, expansão, reanimação ou retoma.


Tendo dito isto vejo com alguma apreensão o facto de as pessoas hoje em dia não pensarem nos seus actos.
Refiro-me as intenções de voto.
Como alguém pode acreditar em partidos que se estão nas tintas para a independência nacional, em vez de valorizar o património incentivam a vandalização e desobediência civil?
Como é possível o povo português ser tão ingénuo?
Cedem facilmente a encenações e propagandas…
Agora surgiu a “genial” ideia de que quem tem lucros não pode despedir.
Há muito tempo por esse mundo fora que os trabalhos (ou melhor empregos) já não são vitalícios.
Para não falar da falta de motivação e medíocre desempenho daí resultante.
Basta ver as empresas estatais que ano após ano dão enormes prejuízos sem ninguém ser responsabilizado.
Assim como se um funcionário do estado cometer um erro, o prejudicado é o cidadão comum que paga os seus impostos e é mal servido.
Se por uma remota hipótese essa tese do anti-lucro for avante quem quererá investir neste país?
Não conheço ninguém que invista só para fazer de conta que os seus trabalhadores trabalham.
Sem lucro como pensam essas pobres almas em pagar as dívidas externas do país? Será que tencionam empenhar o país? E como tencionaram pagar? (duvido que o façam) … isto na minha terra é roubo mas enfim vamos ver os próximos capítulos.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Duvida

Se há quem fique contente pelo suposto fracasso do deputado do CDS, José Paulo A. Carvalho, surgem-me varias duvidas.
1-Para que querem então deputados?
2-Quem quererá trabalhar nestas condições?
A conjuntura já é demasiado dura para que alguem queira dar a cara pelo CDS se em vez de apoiar ainda enterram. É triste ter de andar sempre desconfiado não vá algum militante ou membro da direcção nacional dar uma "facada" pelas costas. É natural que haja movimentações internas mas não servem de nada se em vez de dar oportunidade efectiva aos seus representantes perderem tempo com mesquinhices. Até parece que se podem dar ao luxo de escolher constantemente. Como querem resultados se nao ha estabilidade? Só espero que a luta pelo poder não se faça com recurso as armas porque da impressão que andam desesperados por um emprego.
Assim não vão lá.
Não pretendo dar lições de politica tendo tido uma actividade tão curta mas um partido histórico como este devia aprender melhor com os erros. E ja são bastantes seguidos. Que raio de futuro querem para o partido? Ou estarao atratar antes do seu proprio futuro?
É por estas e por outras que o partido está nas ruas da amargura.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Em construção


Depois destes momentos de loucura temporaria e de alguma provocação centremo-nos no essencial.
A criação deste blog e a sua tarefa herculea de abrir horizontes aos incautos.
Espero que em breve tambem possam participar os recem chegados comentadores.
Animen-se ... o povo clama pela vossa intervenção.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Praga


Se a esquerda está a subir nas sondagens é porque desde há 30 anos que a educação tem falhas graves. (é curioso mas a esquerda que diz não ter tabus para nada estando a criar um e é simplesmente este: em Portugal não há burros ... de 2 patas) . A culpa desta vez caiu sobre os prefessores, sobre a condição social, as alterações climáticas, tudo e mais alguma coisa menos os santinhos dos alunos. Crer que haja uma população 100% ultra inteligente é um delirio.... talvez abuso das drogas influenciados pela extrama esquerda. Assim como não pode haver empregos (sim porque trabalho ninguem quer) para toda a gente no estado onde reina o deixa andar que alguem ha -de fazer.
O pior enimigo da direita é a falta de informação e formação civica.
Só assim se percebe a sua baixa popularidade hoje em dia.
Como se vê na foto não podemos deixar que esse bicho chamado esquerda faça como a peste na Europa Ocidental na idade Média.

Realidade VS Ficção



Sera que vivemos tempos de vale tudo?
Começo a ficar preocupado. O que a esquerda reclamará quando for possivel o casamento entre homossexuais e eutanasia?
Será que vão exigir casamento entre humanos e animais?, defenderão o direito de violadores e gatunos?
Não entendo este povo... ja tiveram a experiencia comeste governo, porque sera que continuam a apstar na esquerda?
Ao contrario do que dizem a direita nao vive de ilusões nem de utupias.
Só espero que nao aconteça como na imagem (quando acordarem e perceberem que foi um sonho).

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Resistência



Com a victória de Chavez a esquerda europeia pode ficar tentada a repetir a brincadeira so que desta vez haverá sangue!

sábado, 14 de fevereiro de 2009

A actulidade da esquerda


We will rise


taken from "Anthems of Rebellion" album (2003)]

We will rise

Tear down the walls
Wake up the world
Ignorance is not bliss
So fed up with second best
Our time is here and now
I am the enemy
I am the antidote
Watch me closely
I will stand up - now

We will rise
Rise above

Stereotype Fools
Playing the game
Nothing unique
They all look the same
In this sea of mediocrity
I can be anything
Anything I want to be

We will rise


Palavras para que?

Sondagens



Querem melhor prova de que a população portuguesa percebe pouco de politica quando a extrema esquerda esta em ascenção?
Alias prova antes demais que deixam muito a desejar de cultura geral.
Por isso sempre defendi a introdução da politica no sistema educativo, para que as crianças quando cresçam não se deixem enganar.
Esperando que não passem disso mesmo (sondagens) este país ja é um caso de policiapara que esse pesadelo se torne realidade.

Propaganda eleitoral






















Propaganda

Why don't you get a life and grow up
Why don't you realize that you're fucked up
Why criticize what you don't understand
Why change my words, you're so afraid

You think you have the right toput me down
Propaganda hides your scum
Face to face you don't have a word to say
You got in my way, now you'll have to pay

Don't, don't believe what you see
Don't, don't believe what you read
No!!!

I know my ways, I'm here to stay
I didn't start all this yesterday
I'll prove you wrong all the way
Life teaches me you're always alone

Don't, don't believe what you see
Don't, don't believe what read
No!!!


A letra pode parecer um pouco exagerada mas de facto não nos podemos deixar levar por esta propaganda em vesperas de eleições.
Porque será que insistem em dizer que não ha suficientes mulheres na politica? E das poucas que nos impingem nos jornais ou tv são de esquerda . Mas com uma novidade querem-nos fazer querer que so na esquerda é que ha jeitosas ... enfim . Porque sera que os jornalistas não perguntam pela ideologia ou rumos partidarios? Em ultima analise porque perdem tempo com esse tipo de questões?
Já não bastava dizer que na direita são burros ainda passam a mensagem de que nao há "gajas" boas.
Assim como confundem liberdade com libertinagem, há agor a aconfusão com Conservador VS Progressista.
Como podem considerar a esquerda progressista se em determinados assuntos (como por exemplo o casamento com pessoas do mesmo sexo) querem condicionar o ser humano a um simples animal? Se os animais fazem o ser humano tambem pode ...mas que raio de progressso pode ser este?

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Viva a contra Revolução


Não levem a mal mas de facto a esquerda é uma ilusão,que ganha mais força em tempos de crise.
Mas a pior das crises é a falta de capacidade intelectual e que com este sistema educativo não ajuda muito.
Cada vez mais se vive como um simples rebanho neste país.
Por isso a urgencia desta CR(Contra REvolução).

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Aplauso ao Sr. Presidente!

Gostei de ver o veto do Senhor Presidente da República ao fim do voto por correspondência dos emigrantes!

Supostamente Portugal tem de andar para a frente, não para trás!